Efraim Filho diz que aplicativo SOS Mulher vai ajudar no combate de crimes contra a mulher

Com a penas um toque as usuárias podem acionar a polícia no botão do pânico. É uma grande ferramenta para coibir a violência contra a mulher”. A declaração é do deputado Efraim Filho (DEM/PB) ao apresentar, nesta quarta-feira (25) o aplicativo e seu criador, o empresário paraibano Fábio César, à ministra da mulher, família, e direitos humanos, Damares Alves.

De acordo com Efraim Filho a ministra ficou muito interessada no produto e nas palavras dela “agora é ver tecnicamente como utilizar o aplicativo que já está salvando vidas”.

O SOS Mulher Brasil é de utilidade pública e gratuito. Ao apertar o botão do pânico o APP aciona imediatamente a Polícia Militar (PM) e faz automaticamente uma denúncia anônima.

Fábio disse que o produto é simples e que ao ver os números alarmantes de violência contra mulher, começou a pensar como poderia contribuir para diminuir esse índice na Paraíba e agora no Brasil.

O aplicativo de denúncias ‘SOS Mulher PB’, que é disponibilizado gratuitamente já está sendo usado na Paraíba e pode ser baixado em aparelhos de telefone celular tanto em androide ou IOS. Ele possui mais de 20 opções que funcionam como facilitadores para as mulheres vítimas de qualquer tipo de violência. Ao apertar o botão do pânico imediatamente o sistema aciona os órgãos competentes.

“A violência doméstica, não preciso dizer, todos sabem, é um grande problema. É um ato de covardia e isso tem que ser coibido. Uma das formas de coibir isso é através de mecanismos tecnológico, afirmou Efraim.

Cerca de 92 mil mulheres foram assassinadas em todo o mundo nos últimos 30 anos, de acordo com estudo apresentado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Comissão Permanente de Acesso à Justiça e Cidadania e do Departamento de Pesquisas Judiciárias. Deste número, 43,7 mil foram mortas apenas na última década, o que denota aumento considerável deste tipo de violência a partir dos anos 90.

O estudo recomenda a instalação de 54 varas ou juizados da violência contra a mulher, especialmente em cidades do interior com grande concentração populacional, para atender de forma adequada à demanda existente. Observa-se que Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina possuem a pior relação entre população feminina e o quantitativo de varas ou juizados exclusivos.

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