De acordo com Efraim empresas estrangeiras devem investir na infraestrutura portuária da Paraíba

O deputado Efraim Filho (DEM/PB), coordenador da bancada da Paraíba no Congresso Nacional, participou de uma reunião, nesta terça-feira (12), no Ministério do Desenvolvimento Regional, juntamente com investidores para discutir aplicação de recursos na ordem de US$ 900 milhões (de dólares) no complexo portuário de Cabedelo e no estaleiro em Lucena.

Reunião no Ministério do Desenvolvimento Regional

“Os chineses e os americanos querem investir. Esta será uma ação importante e contemplará áreas do Porto de Cabedelo, que terá um plano de expansão, no setor de pesca, uma das potencialidades do Estado, a possibilidade de criação de um distrito industrial em Lucena, que já tem um estaleiro que deverá ser modernizado e a utilização do distrito industrial de Caaporã”. Disse Efraim Filho.

Segundo informações do parlamentar a construção do estaleiro de reparos deve sair do papel até 2020 e a execução da obra prevê mais alguns acertos entre o governo do estado e os representantes da empresa chinesa IMC-YY e a norte-americana McQuilling, que pretendem investir em outros segmentos uma vez que sentiu segurança jurídica. “O Brasil está mudando, é lento? É. Mas vivemos um tempo de valorizar a nossa terra”. Declarou Efraim filho.

Ainda de acordo com o congressista os navios de médio e grande portes passam por manutenção, em média, a cada três anos e para continuar operando as embarcações são levadas para um estaleiro com certificação internacional. Equipamentos dessa natureza são encontrados nos países asiáticos. E essa rota é onerosa para empresas com operações no Ocidente.

O estaleiro que será construído em Lucena será o primeiro do Atlântico Sul com capacidade para atender navios de médio e grande portes e realizar manutenção de leme e eixo, serviços estes realizados por poucos estaleiros.

 Efraim Filho acredita que haverá uma grande demanda por mão de obra e só na construção do estaleiro poderão ser abertas mais de 1.500 vagas diretas. “Um empreendimento como este exigirá a instalação de outras atividades o que demandará mais mão de obra”, afirmou Efraim.

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