Relator da MP 975, Efraim reforça meta de transformar crédito em dinheiro para salvar empregos

“Reduzir a burocracia e a taxa de juros, garantindo o acesso ao crédito, significa o setor produtivo recuperar o protagonismo diante do setor financeiro”, completa.

Mesmo antes de ser designado relator da Medida Provisória (MP) 975, o líder Efraim Filho (DEM-PB) estava empenhado em transformar crédito em dinheiro e garantir a sobrevivência de quem emprega. Esse compromisso é reforçado no momento em que ele vai relatar proposta que visa garantir a sobrevivência de empresas de pequeno e médio porte em meio à crise do coronavírus.

Para transformar crédito em dinheiro, ele pretende tratar de três pontos: prazo de carência e prazo total, garantias e taxa de juros. “Com o texto da MP, que na prática significa 100% de garantia nas operações, será possível reduzir o risco de inadimplência. Com o risco mitigado, se ultrapassa o problema da burocracia impeditiva do acesso, se reduz substancialmente as taxas de juros”, argumenta.

Para ele, a ação viabiliza que empresas que estavam fora do radar do crédito e fadadas ao fechamento possam recuperar o fôlego financeiro, reabrir as portas, garantir os empregos e cumprir papel essencial na retomada econômica. “Reduzir a burocracia e a taxa de juros, garantindo o acesso ao crédito, significa o setor produtivo recuperar o protagonismo diante do setor financeiro”, completa.

Para ele, reduzir a burocracia e a taxa de juros, garantindo o acesso ao crédito, significa o setor produtivo recuperar o protagonismo diante do setor financeiro. “Não dá pra conviver com um cenário em que todo o lucro de quem se esforça para produzir seja transferido para arcar com os custos e taxa de juros dos bancos, que ao final do ano apresentarão os balancetes mais lucrativos”, finaliza.

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