Efraim Filho alerta para a campanha “De olho no Glaucoma”

Nesta quarta-feira (26) o Brasil está celebrado o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma. Na avaliação do deputado Efraim Filho (DEM/PB) a campanha de conscientização mostra que o  Glaucoma é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo e necessita de atenção.

Efraim Filho ressaltou a importância da data e o marco do “Maio Verde” tem como objetivo chamar a atenção da população para essa perigosa doença ocular.

De acordo com o parlamentar a Campanha #Deolhonoglaucoma é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Glaucoma para conscientizar sobre a doença. Efraim Filho disse ainda que por ser silenciosa as pessoas não dão muita importância aos sintomas, mas todos devem engajar para prevenir um mal maior.

Quando a doença é descoberta deve ser tratada imediatamente. Vários fatores levam ao desenvolvimento do Glaucoma. Entre eles a fotofobia, o lacrimejamento e o aumento do tamanho do globo ocular.

Se não for diagnosticado a tempo, o glaucoma pode levar à cegueira.” Chamar a atenção para a doença é o objetivo do Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, em 26 de maio. Para ressaltar a importância do diagnóstico precoce, o prédio da Câmara dos Deputados foi iluminado de verde”, explicou Efraim.

Segundo o congressista uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 64 milhões de pessoas em todo o globo que apresentam alguma forma de deficiência visual ocasionada pelo glaucoma. Desse número, quase 7 milhões sofrem com dificuldade de visão, que pode ser moderada, grave ou total (cegueira). Segundo projeção da OMS, em 2040, serão mais de 111 milhões de pessoas acometidas pela doença no mundo.

De acordo com uma pesquisa coordenada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em 2019, mais de 6,5 milhões de indivíduos têm algum problema visual, dentre os quais 600 mil são cegos. Só no Brasil tem mais de 2 milhões de casos de glaucoma atualmente.

Especialistas alertam que em 80% dos casos o glaucoma não provoca sintomas no início, e o paciente só começa a perceber algum problema quando mais da metade de seu campo visual já foi comprometido.

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